Consulta lado a lado
Tabelas comparativas
Gêneros, formatos e movimentos literários comparados por critérios. Cada tabela vem do verbete correspondente.
Argila × Papiro × Pergaminho × Papel
Do verbete Evolução dos suportes de escrita
| Critério | Argila | Papiro | Pergaminho | Papel |
|---|---|---|---|---|
| Matéria-prima | Barro | Haste de planta aquática | Pele de animal | Fibras vegetais, como trapos |
| Região de origem | Mesopotâmia | Egito | Mediterrâneo oriental | China |
| Instrumento típico | Estilete de junco | Cálamo e tinta | Pena e tinta | Pena, depois prensa tipográfica |
| Forma de livro | Tabuletas | Rolo | Códice | Códice |
| Ponto fraco | Peso e volume | Fragilidade à umidade | Custo elevado | Sensibilidade à acidez e à umidade |
Rolo × Códice
Do verbete Papiro e rolo
| Critério | Rolo de papiro | Códice |
|---|---|---|
| Organização | Folhas coladas em faixa contínua | Folhas dobradas e costuradas em cadernos |
| Consulta | Sequencial, exige desenrolar | Acesso direto a qualquer página |
| Uso das faces | Normalmente um só lado | Os dois lados da folha |
| Armazenamento | Cestos, caixas e estantes | Estantes, com lombada ou corte à vista |
| Período de auge | Antiguidade, até c. século III | A partir do século IV |
Rolo × Códice × Livro digital
Do verbete Códice: o livro em páginas
| Critério | Rolo | Códice | Livro digital |
|---|---|---|---|
| Suporte típico | Papiro | Pergaminho ou papel | Tela eletrônica |
| Navegação | Sequencial | Por páginas, índices e capítulos | Busca por palavras e links |
| Capacidade | Limitada pelo tamanho do rolo | Volumes extensos em um só objeto | Milhares de títulos em um aparelho |
| Cópia | Manual | Manual e depois impressa | Arquivo reproduzível |
Xilogravura × Tipos móveis asiáticos × Tipos de Gutenberg
Do verbete Gutenberg e os tipos móveis
| Critério | Xilogravura | Tipos móveis asiáticos | Sistema de Gutenberg |
|---|---|---|---|
| Unidade de impressão | Bloco entalhado para cada página | Caracteres individuais de cerâmica ou metal | Tipos fundidos em liga metálica |
| Reutilização | Limitada à mesma página | Peças reaproveitáveis | Peças reaproveitáveis em escala |
| Escrita atendida | Qualquer, incluindo chinesa | Caracteres chineses e coreanos | Alfabeto latino, com poucos caracteres |
| Fabricação dos tipos | Entalhe manual | Cerâmica ou fundição em areia | Fundição em molde manual |
| Registro conhecido | Séculos anteriores na Ásia | c. 1040 e 1377 | c. 1455 |
Alexandria × Pérgamo × Bibliotecas romanas
Do verbete Biblioteca de Alexandria
| Critério | Alexandria | Pérgamo | Bibliotecas romanas |
|---|---|---|---|
| Período de auge | Séculos III a I a.C. | Século II a.C. | A partir do século I a.C. |
| Patrono | Dinastia ptolomaica | Dinastia atálida | Imperadores e particulares |
| Suporte predominante | Papiro | Papiro e pergaminho | Papiro, depois códice |
| Caráter | Centro de pesquisa ligado ao Museion | Centro de erudição e coleção régia | Bibliotecas públicas e privadas |
| Conhecimento do acervo | Catalogado nos Pinakes | Menos documentado | Variável conforme a instituição |
Livro de bolso × brochura comum × capa dura
Do verbete Penguin Books e o livro de bolso
| Critério | Livro de bolso | Brochura comum | Capa dura |
|---|---|---|---|
| Formato | Reduzido, portátil | Médio, variável | Médio ou grande |
| Encadernação | Cola ou costura simples | Cola ou costura | Capa rígida, costura frequente |
| Preço relativo | Menor | Intermediário | Maior |
| Papel | Mais econômico | Variável | Em geral de maior gramatura |
| Uso típico | Leitura corrente, reedição | Primeira edição ou reedição | Lançamentos e edições de coleção |
Privilégio de impressão × copyright × direito de autor
Do verbete Estatuto da Rainha Ana e o direito autoral
| Critério | Privilégio de impressão | Copyright (modelo de 1710) | Direito de autor (tradição continental) |
|---|---|---|---|
| Titular típico | Impressor ou livreiro | Autor ou quem adquire a cópia | Autor, com vínculo pessoal com a obra |
| Origem | Concessão do soberano | Lei do Parlamento | Leis e doutrina de tradição civilista |
| Duração | Variável, definida na concessão | Prazo fixo, renovável | Em geral vida do autor mais prazo posterior |
| Foco principal | Controle e monopólio comercial | Incentivo ao saber e à produção | Proteção da personalidade e da exploração econômica |
ISBN-10 × ISBN-13 × ISSN
Do verbete ISBN: o número padrão do livro
| Critério | ISBN-10 | ISBN-13 | ISSN |
|---|---|---|---|
| Objeto identificado | Edição de livro | Edição de livro | Publicação seriada, como revistas |
| Extensão | 10 dígitos | 13 dígitos | 8 dígitos |
| Período de uso | De 1970 a 2006, como padrão | Desde 2007 | Desde a década de 1970 |
| Dígito verificador | Módulo 11, podendo ser X | Módulo 10, com pesos 1 e 3 | Módulo 11, podendo ser X |
| Relação com o código de barras | Convertido para EAN | Compatível com EAN-13 | Adaptado ao sistema de barras de periódicos |
Romance × Conto × Epopeia
Do verbete Romance
| Critério | Romance | Conto | Epopeia |
|---|---|---|---|
| Forma | Prosa | Prosa | Verso |
| Extensão | Longa, com tramas múltiplas | Curta, em geral com uma única ação | Longa, dividida em cantos ou livros |
| Foco | Indivíduos em sociedade | Um episódio ou conflito central | Herói e destino de uma coletividade |
| Transmissão original | Leitura individual, em livro impresso | Oral e, depois, escrita e impressa | Recitação oral, depois escrita |
| Época de consolidação | Séculos XVII a XIX | Século XIX, na forma moderna | Antiguidade e Idade Média |
Conto × Novela × Romance × Crônica
Do verbete Conto
| Critério | Conto | Novela | Romance | Crônica |
|---|---|---|---|---|
| Extensão | Curta | Intermediária | Longa | Curta |
| Estrutura | Um conflito central | Enredo mais linear e desenvolvido | Múltiplas tramas e personagens | Comentário livre sobre o cotidiano |
| Natureza | Ficcional | Ficcional | Ficcional | Híbrida, entre relato e ficção |
| Suporte típico | Revistas e coletâneas | Livro ou revista | Livro | Jornal e revista |
| Efeito buscado | Impressão única e concentrada | Desenvolvimento moderado | Panorama e transformação | Reflexão leve e imediata |
Epopeia × Tragédia × Romance
Do verbete Epopeia
| Critério | Epopeia | Tragédia | Romance |
|---|---|---|---|
| Forma | Verso narrativo | Verso dramático | Prosa |
| Modo | Narrado | Encenado | Narrado |
| Protagonista | Herói exemplar ligado a um povo | Figura nobre em conflito com o destino | Indivíduo em sociedade |
| Presença do sobrenatural | Frequente, com deuses atuantes | Presente, como destino e oráculo | Variável, em geral reduzida |
| Origem | Tradição oral antiga | Atenas, séculos VI a V a.C. | Europa moderna |
Ficção científica × Fantasia × Terror
Do verbete Ficção científica
| Critério | Ficção científica | Fantasia | Terror |
|---|---|---|---|
| Base do elemento irreal | Ciência, tecnologia ou especulação racional | Magia e mundos encantados | Sobrenatural ou monstruoso |
| Pergunta central | E se a realidade mudasse? | E se existisse um mundo mágico? | O que ameaça a segurança? |
| Efeito buscado | Estranhamento e reflexão | Encantamento e aventura | Medo e tensão |
| Marcos | Frankenstein, Wells, Verne | Tolkien, Carroll | Poe, Stoker |
| Cenário típico | Futuro, espaço, outras realidades | Reinos imaginários | Casas, cidades e lugares sinistros |
Romance de enigma × Hard-boiled × Thriller
Do verbete Romance policial
| Critério | Romance de enigma | Hard-boiled | Thriller |
|---|---|---|---|
| Pergunta central | Quem cometeu o crime? | Como sobreviver e agir num meio corrupto? | Como impedir a ameaça? |
| Protagonista | Detetive racional, amador ou profissional | Detetive particular cínico | Herói, agente ou vítima em perigo |
| Ambiente típico | Casas de campo, comunidades fechadas | Cidades violentas e sombrias | Cenários variados, de ritmo acelerado |
| Tom | Intelectual e ordenado | Realista e desencantado | Tenso e dinâmico |
| Autores associados | Christie, Conan Doyle | Hammett, Chandler | Autores de espionagem e suspense |
Estranho × Fantástico × Maravilhoso (tipologia de Todorov)
Do verbete Literatura fantástica
| Critério | Estranho | Fantástico | Maravilhoso |
|---|---|---|---|
| Natureza dos eventos | Parecem sobrenaturais, mas têm explicação racional | Permanecem ambíguos | O sobrenatural é aceito |
| Reação do leitor | Alívio ou perplexidade, depois explicação | Hesitação sustentada | Aceitação do mundo narrado |
| Resolução final | Natural | Nenhuma explicação definitiva | Sobrenatural |
| Exemplo de tradição | Certos contos de Poe | Contos de Hoffmann e Henry James | Contos de fadas e narrativas de fantasia |
| Papel do real | Confirmado ao fim | Posto em dúvida | Reorganizado por leis próprias |
Crônica × Conto × Ensaio × Reportagem
Do verbete Crônica
| Critério | Crônica | Conto | Ensaio | Reportagem |
|---|---|---|---|---|
| Natureza | Híbrida, entre literatura e jornalismo | Ficcional | Argumentativa e reflexiva | Informativa e documental |
| Extensão | Curta | Curta a média | Variável | Variável |
| Tom | Pessoal, coloquial, irônico ou lírico | Variável, centrado na trama | Analítico | Objetivo |
| Suporte típico | Jornal e revista | Revistas e coletâneas | Revistas e livros | Jornal e revista |
| Compromisso | Estilo e perspectiva do autor | Efeito narrativo | Tese e argumento | Apuração dos fatos |
In-fólio × in-quarto × in-oitavo
Do verbete Formatos in-fólio, in-quarto e in-oitavo
| Critério | In-fólio | In-quarto | In-oitavo |
|---|---|---|---|
| Dobras da folha | Uma | Duas | Três |
| Páginas por folha impressa | Quatro | Oito | Dezesseis |
| Folhas por folha impressa | Duas | Quatro | Oito |
| Linhas de água (em geral) | Verticais | Horizontais | Verticais |
| Uso típico | Bíblias, atlas, edições de prestígio | Teatro, obras científicas, literatura em geral | Livro portátil e de leitura corrente |
Composição manual × Linotype × Monotype
Do verbete Composição tipográfica: do chumbo à linotipia
| Critério | Manual | Linotype | Monotype |
|---|---|---|---|
| Unidade de fundição | Tipo avulso pré-fundido | Linha inteira | Caractere individual |
| Operação | Compositor com componedor | Teclado e matrizes de latão | Teclado com fita perfurada e fundidora |
| Correção de erro | Troca do tipo na linha | Recomposição da linha toda | Troca de caracteres isolados |
| Uso típico | Oficinas pequenas, trabalhos de luxo | Jornais e impressos de grande volume | Livros e obras de alta qualidade |
| Origem | Século XV em diante | Década de 1880, Estados Unidos | Final do século XIX, Estados Unidos |
Tipografia × offset × impressão digital
Do verbete Impressão offset
| Critério | Tipografia | Offset | Digital |
|---|---|---|---|
| Tipo de processo | Relevo, direto | Planográfico, indireto | Sem chapa, a partir de arquivo |
| Matriz | Forma de tipos de metal | Chapa, em geral de alumínio | Arquivo digital |
| Tiragem típica | Pequena a média | Média a muito grande | Muito pequena a média |
| Imagens | Limitadas, com clichês | Boa reprodução de fotografias | Boa, conforme o equipamento |
| Custo inicial | Alto na composição | Alto na preparação, baixo por exemplar | Baixo na preparação |
Capa dura × brochura
Do verbete Capa dura e brochura
| Critério | Capa dura | Brochura |
|---|---|---|
| Capa | Papelão revestido, rígida | Papel ou cartão, flexível |
| Durabilidade | Maior resistência ao manuseio | Menor, conforme a costura e o adesivo |
| Custo de produção | Mais alto | Mais baixo |
| Peso e portabilidade | Mais pesada | Mais leve |
| Uso típico | Bibliotecas, edições de luxo, obras de referência | Edições populares e de bolso |
Livro impresso × e-reader × tablet
Do verbete Livro digital e e-readers
| Critério | Livro impresso | E-reader | Tablet |
|---|---|---|---|
| Tela | Não aplicável | Tinta eletrônica, reflexiva | LCD ou OLED, emissiva |
| Leitura à luz do sol | Boa | Boa | Prejudicada por reflexos |
| Autonomia | Não depende de bateria | Semanas | Horas ou poucos dias |
| Capacidade | Um título | Centenas ou milhares de títulos | Milhares, conforme o armazenamento |
| Uso | Leitura e coleção | Leitura dedicada | Leitura e múltiplas funções |
Classicismo × Barroco × Romantismo
Do verbete Classicismo e Renascimento
| Critério | Classicismo renascentista | Barroco | Romantismo |
|---|---|---|---|
| Ideal estético | Equilíbrio, proporção e clareza. | Contraste, tensão e ornamentação. | Expressão individual e emoção. |
| Modelo principal | Antiguidade greco-latina. | Tradição clássica reelaborada com excesso retórico. | Idade Média, folclore e natureza. |
| Visão do mundo | Antropocentrismo e racionalidade. | Conflito entre fé e mundo, efêmero e eterno. | Subjetividade, nacionalismo e liberdade. |
| Forma preferida | Soneto, epopeia, ode e écloga. | Soneto, sermão, auto e poesia emblemática. | Verso livre de regras rígidas, romance e drama. |
| Recorte aproximado | Séculos XIV a XVI. | Séculos XVII e início do XVIII. | Fins do século XVIII a meados do XIX. |
Renascimento × Cultismo × Conceptismo
Do verbete Barroco
| Critério | Classicismo renascentista | Cultismo | Conceptismo |
|---|---|---|---|
| Ênfase | Clareza e equilíbrio. | Forma, som e ornamento. | Ideia, argumento e agudeza. |
| Linguagem | Simples e proporcional. | Latinismos, hipérbatos e metáforas densas. | Concisão, paradoxo e jogos de palavras. |
| Representante hispânico | Garcilaso de la Vega. | Luis de Góngora. | Francisco de Quevedo. |
| Representante luso-brasileiro | Camões. | Poemas barrocos de tom lírico. | Sermões de António Vieira. |
| Efeito buscado | Harmonia. | Deslumbramento sensorial. | Persuasão intelectual. |
Gerações do Romantismo brasileiro
Do verbete Romantismo
| Critério | Primeira geração | Segunda geração | Terceira geração |
|---|---|---|---|
| Período aproximado | 1836 a c. 1850. | c. 1850 a c. 1860. | c. 1860 a 1870. |
| Tendência | Nacionalismo e indianismo. | Ultrarromantismo e mal do século. | Poesia social e condoreirismo. |
| Autores | Gonçalves Dias, Gonçalves de Magalhães. | Álvares de Azevedo, Casimiro de Abreu. | Castro Alves, Sousândrade. |
| Temas | Pátria, natureza, índio. | Amor, morte, solidão. | Abolição, liberdade, justiça. |
| Tom | Idealizado e patriótico. | Subjetivo e melancólico. | Épico e combativo. |
Realismo × Naturalismo
Do verbete Realismo e Naturalismo
| Critério | Realismo | Naturalismo |
|---|---|---|
| Método | Observação e análise crítica da sociedade. | Aplicação de modelo científico e experimental. |
| Foco | Costumes burgueses e psicologia. | Grupos populares, corpo e meio. |
| Visão do indivíduo | Condicionado, mas com margem de escolha. | Fortemente determinado por hereditariedade e meio. |
| Autores centrais | Flaubert, Eça de Queirós, Machado de Assis. | Zola, Aluísio Azevedo. |
| Tom | Irônico e analítico. | Documental e muitas vezes cru. |
Parnasianismo × Simbolismo
Do verbete Parnasianismo e Simbolismo
| Critério | Parnasianismo | Simbolismo |
|---|---|---|
| Ideal | Perfeição formal e objetividade. | Sugestão, mistério e musicalidade. |
| Linguagem | Precisa, descritiva e culta. | Sinestésica, vaga e simbólica. |
| Temas | Antiguidade, arte, natureza, objetos. | Morte, sonho, espiritualidade, inconsciente. |
| Forma | Soneto e métrica rigorosa. | Maior liberdade de ritmo e de sintaxe. |
| Brasil | Bilac, Alberto de Oliveira, Raimundo Correia. | Cruz e Sousa, Alphonsus de Guimaraens. |
Fases do Modernismo brasileiro
Do verbete Modernismo brasileiro
| Critério | Primeira fase | Segunda fase | Terceira fase |
|---|---|---|---|
| Período | 1922 a 1930. | 1930 a 1945. | A partir de 1945. |
| Característica | Ruptura e experimentação. | Consolidação e engajamento social. | Investigação interior e rigor formal. |
| Poesia | Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Bandeira. | Drummond, Cecília Meireles, Murilo Mendes. | João Cabral de Melo Neto. |
| Prosa | Macunaíma, romances experimentais. | Romance regionalista de 30. | Clarice Lispector, Guimarães Rosa. |
| Pauta | Língua e identidade nacional. | Questão social e política. | Linguagem e subjetividade. |
Real maravilhoso × Realismo mágico × Literatura fantástica
Do verbete Realismo mágico e o boom latino-americano
| Critério | Real maravilhoso | Realismo mágico | Literatura fantástica |
|---|---|---|---|
| Formulação | Carpentier, 1949. | Roh (pintura, 1925); Uslar Pietri (literatura, 1948). | Tradição ampla, estudada por Todorov em 1970. |
| Relação com o real | O maravilhoso nasce da própria realidade americana. | O sobrenatural é aceito sem espanto. | O sobrenatural gera hesitação e estranheza. |
| Postura do narrador | Descritiva e histórica. | Naturaliza o extraordinário. | Questiona se o fato é real ou ilusório. |
| Exemplos | O reino deste mundo. | Cem anos de solidão. | Contos de Borges e Cortázar. |
| Ligação com o boom | Precursor. | Muito associado. | Presente em parte dos autores. |
Pseudônimo × Anonimato × Heterônimo
Do verbete Pseudônimos literários
| Critério | Pseudônimo | Anonimato | Heterônimo |
|---|---|---|---|
| Nome na obra | Nome fictício | Nenhum nome | Nome de autor imaginário |
| Personalidade literária | Do próprio autor | Indefinida | Própria, com biografia e estilo |
| Objetivo comum | Proteção, estratégia ou estilo | Prudência ou convenção | Criação artística |
| Exemplo | George Eliot | Frankenstein, em 1818 | Álvaro de Campos |
| Pode ser revelado | Sim, com frequência | Sim, por pesquisa ou declaração | Já é conhecido como criação |